terça-feira, 14 de agosto de 2018

A agonia de 1.639 operários na busca para receber pagamentos de empresa expulsa das obras da transposição

A agonia continua. Uma imagem é recorrente no canteiro de obras da transposição do Rio São Francisco, no eixo norte. Com faixas e cartazes, trabalhadores demitidos em maio reivindicam o recebimento de parte do salário que, segundo afirmam, ainda não foi depositado. A situação dos colaboradores foi notícia diversas vezes ao longo dos últimos meses. Eles comentam que a exposição na mídia não surtiu o efeito esperado, e esperam que a divulgação dos problemas possa sensibilizar os responsáveis pelo pagamento. Cadê o dinheiro Mais de 1.600 trabalhadores, de diversas cidades do interior do nordeste, incluindo Penaforte, Jati, Brejo Santo e Salgueiro (PE), foram à Justiça após uma das empresas perder os direitos de atuar na transposição e fechar escritório no canteiro. Com direitos a receber, os trabalhadores se reuniram junto com o sindicato da categoria, em Pernambuco, e participam de uma audiência na tarde desta quarta-feira (15), onde representantes da empreiteira afastada terão que dar explicações sobre a falta de pagamento. Rogério Leite Rocha, secretário do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, explica que esta não é a primeira vez que os operários enfrentam problemas como este.
 Segundo ele, as duas primeiras empresas vencedoras da licitação, também deixaram trabalhos sem conclusão e saíram sem acertar todo o pagamento. Também sob juízo e durante o governo Dilma, as contas foram pagas nestes casos. "É um jogo de xadrez", diz o sindicalista. Na prática, a troca de empresa faz com que os tralhadores não tenham a quem recorrer quando os direitos não são garantidos integralmente. Eles acabam reclamando ao Ministério da Integração, pasta da União responsável pela transposição. Mas, uma vez que as horas trabalhadas são reclamadas ao órgão federal, há um entrave na justiça para que os funcionários, agora sem nenhum vínculo empregatício, possam provar que ainda há o que receber pelos serviços prestados. A audiência na Justiça do Trabalho, em Salgueiro, é o primeiro passo para que estas pessoas possam ter esperança de serem integralmente recompensados pelo trabalho. Ainda falta Em um dos casos apurados pela reportagem, um funcionário que trabalhava como Auxiliar Administrativo, alega que foi demitido e ainda tem para receber valores referentes ao FGTS, vale-refeição, e multa. Em outra situação, um operário que trabalhou no canteiro em Salgueiro diz ter direito a receber ainda cerca de R$ 11 mil, além do que já foi pago no ato da demissão.
Fonte M
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