Carlos Bolsonaro diz que ex-presidente voltou a ter soluços após procedimentos médicos

 


O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) informou, nesta terça-feira (30/12), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a apresentar crises de soluços mesmo após a realização de dois procedimentos médicos para tratar o problema.

Em publicação nas redes sociais, Carlos afirmou que os soluços reapareceram pela manhã e que os níveis de ferro no sangue do ex-presidente seguem sendo monitorados. “Seus soluços, infelizmente, novamente voltaram nesta manhã, após dois procedimentos para correção. Os níveis de ferro no sangue continuam sendo controlados devido à sua ineficiência”, escreveu.

Segundo ele, a flora digestiva de Jair Bolsonaro apresenta “boa evolução” após as intervenções, enquanto a pressão arterial continua sob acompanhamento médico após novos picos. Na segunda-feira (29/12), o ex-presidente teve um episódio de hipertensão, mas o quadro é considerado estável.

Carlos Bolsonaro também informou que o pai iniciou tratamento para apneia do sono e está em fase de adaptação. Antes do procedimento mais recente, Bolsonaro apresentava cerca de 50 episódios do distúrbio por hora. Nesta segunda-feira, ele foi submetido ao bloqueio do nervo frênico esquerdo, técnica que consiste na aplicação de anestésico próximo ao nervo responsável pela contração do diafragma, com o objetivo de controlar os soluços.

O procedimento é uma radiointervenção realizada com anestesia e tem efeito temporário, que pode durar entre 12 e 18 horas, conforme a equipe médica. Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, desde a véspera do Natal, onde se recupera de uma cirurgia feita em 25 de dezembro para correção de hérnia inguinal bilateral.

No sábado (27/12), ele já havia passado por um bloqueio anestésico do nervo frênico direito. Como os sintomas persistiram, os médicos optaram por repetir a técnica no lado esquerdo.

Em entrevista coletiva, o cirurgião-geral Cláudio Birolini afirmou que Bolsonaro ainda deve realizar uma endoscopia digestiva e que a previsão de alta hospitalar é a partir do dia 1º de janeiro.

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