Uma câmera de segurança do apartamento onde a soldado Gisele Alves Santana, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi encontrada morta no dia 18 de fevereiro registrou a entrada de três policiais mulheres no imóvel na mesma data. As imagens vieram a público nesta terça-feira (10).
Segundo depoimento de uma testemunha à Polícia Civil de São Paulo, as mulheres teriam ido até o apartamento para realizar uma limpeza no local. O imóvel fica no bairro Brás, na região central da capital paulista. A visita ocorreu cerca de dez horas após a morte da policial.
As gravações também mostram a presença de uma quarta mulher, que seria funcionária do condomínio. Gisele morava no apartamento com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos.
De acordo com a testemunha, as policiais chegaram ao prédio por volta das 17h48. Elas foram identificadas como uma soldado e duas cabos da corporação.
As três, acompanhadas da funcionária do condomínio, permaneceram no imóvel por aproximadamente 50 minutos e devem prestar depoimento no inquérito que investiga o caso.
Apesar do relato de que teriam ido limpar o apartamento, as imagens das câmeras não mostram as mulheres entrando com objetos nem saindo com qualquer item nas mãos.







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