A Prefeitura do Rio de Janeiro demitiu Monique Medeiros, ré pela morte do filho, o menino Henry Borel, cinco anos após o crime. Com a decisão, ela perde o cargo de professora concursada na rede municipal e deixa de ser servidora.
Monique, que já havia passado por afastamentos e retornos administrativos, foi demitida por processo administrativo disciplinar (PAD). A conduta da docente foi avaliada pela Secretaria de Educação.
Desde o crime, Monique recebia normalmente o salário como servidora pública municipal.
O último vencimento da ré foi feito em fevereiro. O salário líquido dela era no valor de R$ 2.887, conforme consulta realizada no portal da transparência da administração do Rio. As informações são do portal g1.
O secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha, informou que a decisão de afastar a servidora das atividades em escolas ocorreu após ela ser solta pela primeira vez.
“O entendimento é que cabia, sim, a demissão. Eu sempre disse que ela nunca voltaria para a sala de aula. Solicitei ao prefeito (Eduardo) Cavaliere a demissão, com base no Estatuto do Servidor e no código de moral. Ela tratava justamente da atribuição fundamental da vida de um aluno, que é educar e cuidar das nossas crianças”, disse Ferreirinha.
A defesa de Monique argumentou que não teve acesso ao conteúdo do ato que gerou a demissão dela.







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