Um pastor está sendo investigado no Maranhão sob a suspeita de utilizar sua estrutura religiosa para aplicar castigos físicos e cometer abusos sexuais.
A polícia afirma que o esquema de punições servia para que o líder mantivesse o controle sobre cerca de 100 a 150 seguidores por diversos anos.
Conforme noticiado pelo portal g1, as vítimas eram geralmente pessoas em estado de extrema vulnerabilidade social, como um jovem que buscou auxílio na igreja aos 13 anos enquanto vivia nas ruas.
Os relatos indicam que as agressões eram frequentes e tinham nomes específicos, como as "readas", que consistiam em chicotadas com um reio.
Conforme as investigações, esses castigos ocorriam sempre que alguém "desobedecia" às ordens do pastor ou infringia regras internas. Além das agressões diretas, o suspeito utilizava a fome como ferramenta de punição.
A investigação apontou que o pastor se referia aos seus seguidores como "piões" e o local de dormitório era chamado de "baia".
As agressões físicas e a pressão psicológica também eram utilizadas para facilitar a prática de abusos sexuais, que tinham como alvo principal os homens da comunidade.







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