quarta-feira, 18 de julho de 2018

Camilo diz que tendência natural é apoiar Eunício e que não há cacique na aliança

O governador Camilo Santana (PT) afirmou que a tendência natural é que ele apoie a reeleição de Eunício Oliveira (MDB) para uma das duas vagas no Senado. Após participar do programa O POVO no Rádio, na rádio O POVO/CBN, na manhã desta quarta-feira, 18, Camilo concedeu entrevista coletiva a jornalistas de veículos do Grupo de Comunicação O POVO e deu a mais clara sinalização pública até agora de apoio ao emedebista.

A aliança sofre resistências sobretudo por parte da família Ferreira Gomes, que controla o PDT, principal apoiador de Camilo.

Questionado se há cenário para que ele seja adversário de Eunício, faça críticas e peça votos contra o senador na eleição, Camilo descartou.
"Bom, de forma alguma, acho que a tendência natural desse processo é um apoio ao senador. Vamos discutir isso, de que forma isso poderá ser construído. Não há cacique na nossa aliança, não há decisão unilateral. O que há é um processo democrático de diálogo e construção coletiva. ouvir os partidos, ouvir os presidentes, ouvir as lideranças", disse.
 
 
Fator Ciro
 
Questionado se Ciro Gomes (PDT) não seria obstáculo para a aliança, ele reforçou que ninguém decide sozinho, nem Ciro nem ele próprio, Camilo.
 
"Na vida há diálogo para tudo. É preciso respeitar as divergências, respeitar as opiniões diferentes", conteporizou.
 
"Consenso não vai existir nunca, mas que a gente possa encontrar uma pactuação para construir as melhores alianças possíveis para esta eleição", acreditou. Ele reforçou que as definições serão tomadas até o dia 5 de agosto, data da convenção que deverá homologar sua candidatura à reeleição.
 
Vice
 
Ele ressaltou ainda a tendência de o PDT manter a vaga de vice na chapa. "Hoje a chapa é formada pela vice-governadora (Izolda Cela), que é do PDT. A tendência natural é manter a mesma chapa de governador e vice para esse pleito deste ano".
 
Indagado se estava se referindo a manter o nome de Izolda Cela como vice, ele ressaltou que travava especificamente de manter a dobradinha PT/PDT, independentemente de nomes. Questionado se gostaria que o nome fosse Izolda, ele afirmou que não diria nada a respeito. "Você sabe minha opinião", completou ao repórter.
FONTE JORNAL O POVO
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