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domingo, 17 de maio de 2020

O que há por trás do consumo em massa da cloroquina?


O Bolsonaro se animou com o uso do medicamento pelos EUA.
Precipitado, mandou o exército produzir mais de 1.250.000.000 comprimidos
Para isso, comprou matéria prima da Índia.

Um milhão de comprimidos foram distribuídos na rede pública e 250 mil em hospitais militares, mas a medicação encalhou, e não foi usada.
Ele precisa que isso seja consumido, caso contrário, terá que responder por improbidade administrativa, crime de responsabilidade fiscal, entre outros ...

Então ele ordenou ao Teich que massificasse o uso da cloroquina, de forma preventiva e para sintomas leves. O médico, quando entendeu o objetivo, se negou a colocar pessoas em risco, por isso saiu.

Para tentar se proteger dos efeitos e resultados das mortes decorrentes dessa insensatez, ele fez a MP 966, que visa blindar os gestores públicos de responsabilidades pelo mau uso de recursos públicos e erros de atuação durante a pandemia.

Portanto, a MP966 tem o único objetivo de blindar Bolsonaro da responsabilidade de criar o protocolo de uso do medicamento.

Para dar credibilidade à campanha pela cloroquina, Bolsonaro mandou a Damaris para o interior do Piauí, em Floriano. E ela voltou dizendo que viu "o "milagre" da cloroquina salvando vidas".

É assim que a ciência é tratada nesse governo enquanto a irresponsabilidade corre solta.

#ConhecimentoÉtudo

"Há muito mais entre o céu e a terra, do que pode prever a nossa vã filosofia"

PS. O uso de cloroquina não é proibido, muita gente toma, a questão é que deve ser acompanhada por um médico. Cloroquina NÃO É remédio para gripe, como o governo quer que vc acredite. E eu não sou contra o uso, de maneira nenhuma, não me cabe formar essa opinião, mas ... Sou JORNALISTA e não posso me furtar aos fatos por uma questão de ética profissional. Por trás da cloroquina existe uma irresponsabilidade que pode custar o mandato do presidente... Simples assim. Ele vai mover céus e terra para se livrar dessa, inclusive colocando vidas em risco.


Adriana Bechara

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6 comentários:

  1. A Jornalista Andréa Bechara postou no Instagram que não escreveu esta matéria.
    Avalia as notícias antes de postar.
    Não deixe sua raiva ser maior que a qualidade do seu trabalho.
    Respeite a verdade, acima de posicionamentos políticos.

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    Respostas
    1. Realmente foi desnecessário usar o nome da Jornalista pra tentar dar mais credibilidade. Mas se vc for atras das informações do texto no Google. Vai ver que são verdadeiras.

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  2. Realmente foi desnecessário usar o nome da Jornalista pra tentar dar mais credibilidade. Mas se vc for atras das informações do texto no Google. Vai ver que são verdadeiras.

    ResponderExcluir
  3. Sem contar que o texto cita "1.250.000.000 (um bilhão e duzentos e cinquenta milhões) de comprimidos", e mais abaixo fala que um milhão foi pra "A" e 250 mil pra "B". Erros típicos das fake news. Lamentável!!!

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  4. Foi a Adriana Bechara mesma quem escreveu o texto. Acabei de ver no facebook dela. Os negacionaistas mentem descaradamente. Até usam fake news para fazer fake news.

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    Respostas
    1. Falei pessoalmente com Adriana Bechara, notificando-a dessa matéria no qual vinculam o nome dela, ela fez um post no próprio perfil desmentindo o ocorrido, Sugeri a ela que acione o site juridicamente por uso indevido de nome, propriedade intelectual, calunia...e tudo mais que puder

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