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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Duas igrejas são incendiadas no primeiro aniversário das revoltas no Chile VEJA AS IMAGENS


Duas igrejas do epicentro dos protestos foram queimadas em Santiago, no Chile, um ano após a explosão social de 18 de outubro de 2019, e a uma semana do processo eleitoral mais importante das últimas três décadas: o plebiscito de 25 de outubro, que definirá o destino da constituição vigente, de 1980. 

Durante o dia, pelo menos 25.000 pessoas retornaram no domingo à região da Praça Itália, a área zero da capital, de acordo com números oficiais dos Carabineiros. Mesmo tendo ocorrido incidentes isolados, como o confronto entre dois torcedores de futebol e o saque de um edifício da Mutual de Segurança, os fatos de maior gravidade ocorreram durante a tarde. 

Na zona sul da capital, em Puente Alto, uma estação do metrô foi incendiada, enquanto um grupo de pelo menos 300 pessoas encapuzadas atacaram a 20° delegacia dos Carabineiros. Jogaram coquetéis molotov e outros elementos contundentes contra o quartel policial.

Conforme noticiou o Conexão Política, a Igreja da Assunção, em Santiago, no Chile, foi completamente incendiada após uma série de ataques provocados por grupos encapuzados em meio a uma grande onda de vândalos em ato pelo primeiro aniversário do início dos protestos sociais no país.

A igreja foi o segundo templo a ser atacado no domingo (18) em protestos violentos em Santiago.

Quando a estrutura religiosa começou a despedaçar com chamas de fogo, os manifestantes comemoraram.

“Deixa cair, deixa cair”, gritaram os encapuzados, que celebravam o ataque.

Segundo a imprensa local, 580 pessoas já foram detidas, sendo 287 delas apenas na região metropolitana.

VEJA 



O silêncio ensurdecedor

Até o momento  o Papa Francisco ainda não havia se manifestado publicamente sobre o assunto.

Vale frisar que o líder religioso constantemente comenta sobre diversos temas, inclusive questões relacionadas ao Brasil.

Mas o silêncio, até então, segue gerando uma onda de repúdio nas redes sociais.

Rodrigo Constantino, jornalista e analista político, foi um dos que se manifestaram sobre a ausência de um pronunciamento do líder religioso.

“Se esse Papa argentino com viés ‘progressista’ não se manifestar com veemência contra vagabundos anarquistas queimando igrejas no Chile, podemos pensar em impeachment ou é sonhar muito? Volta, Ratzinger!”, afirmou. 





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