Denúncias e acusações:
De acordo com a denúncia, a gestão municipal teria utilizado a máquina pública para beneficiar a candidatura apoiada pelo grupo político de Sérgio Rufino, conhecido como “Bigode”. Entre os episódios relatados estão a exoneração de servidores em cargos de coordenação logo após manifestações públicas de apoio a candidatos da oposição, o cancelamento de permutas de professores e a exclusão de um comerciante histórico do novo mercado público municipal, por razões políticas.
Testemunhas ouvidas em juízo relataram que as exonerações ocorreram sem justificativa administrativa plausível, em pleno ano letivo, e que alguns servidores chegaram a ser deslocados para escolas distantes da sede como forma de retaliação.
Violação de princípios eleitorais:
O Ministério Público Eleitoral destacou que tais práticas violam os princípios da impessoalidade, moralidade e igualdade de condições entre os concorrentes, o que compromete a lisura do pleito.
A ação agora segue em tramitação na Justiça Eleitoral, que decidirá se os investigados serão ou não considerados inelegíveis.












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