Segundo a PF, Antunes articulava contratos e serviços para obter vantagens ilícitas dentro do órgão federal. Ele é dono de uma frota de carros de luxo, incluindo veículos como Porsche e BMW, e comanda ao menos dez empresas em seu nome.
Ex-superintendente de marketing de uma grande operadora de planos de saúde, o empresário acumulava ganhos milionários mensais por meio de contratos de consultoria e de procurações ligadas a associações de aposentados e pensionistas.
Além de atuar como consultor, Antunes se apresentava publicamente como representante da indústria farmacêutica, tendo frequentado o Ministério da Saúde em encontros para tratar de pautas diversas.
Atualmente, ele mantém 15 empresas no ramo de consultoria, com participação em construtoras e prestadoras de serviços, que segundo as investigações, eram usadas para movimentar recursos questionados pelo INSS.
A Justiça deve aprofundar as apurações para avaliar o nível de participação das entidades conveniadas, já que muitas não tinham conhecimento dos contratos firmados em seus nomes.












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