O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a abertura de um processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) para apurar a conduta de um servidor público federal flagrado agredindo uma mulher e uma criança no Distrito Federal. As imagens do episódio circularam nas redes sociais e motivaram a manifestação pública do presidente, que defendeu a responsabilização do agressor e sua expulsão do serviço público.
Em publicação nas redes, Lula classificou o caso como uma agressão grave e afirmou que o combate à violência contra mulheres e crianças é uma prioridade do governo. Segundo ele, servidores públicos devem adotar comportamento compatível com a função que exercem, tanto no ambiente de trabalho quanto fora dele, e situações como essa exigem uma resposta rigorosa do Estado.
A CGU informou que já havia tomado providências administrativas antes mesmo da determinação presidencial, incluindo a abertura de uma investigação preliminar, o afastamento do servidor de cargos de chefia e a restrição de acesso às dependências do órgão durante o andamento das apurações. A controladoria avalia possíveis violações aos deveres funcionais previstos na legislação do funcionalismo público.
Além da apuração administrativa e ética, a CGU ressaltou que os fatos também devem ser investigados na esfera criminal pelas autoridades competentes. O governo federal tem reforçado, nas últimas semanas, o compromisso com o enfrentamento ao feminicídio e a todas as formas de violência, sinalizando que o tema seguirá como uma das prioridades institucionais.
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