O uso de drones por pilotos ligados a facções criminosas tem se tornado uma prática cada vez mais frequente nos arredores dos presídios da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), sendo registrado quase semanalmente por policiais penais responsáveis pela vigilância das unidades.
Um dos suspeitos presos em flagrante nas últimas semanas admitiu à Polícia ter comprado um drone por R$ 15 mil e revelou que recebia R$ 5 mil por cada “pacote” lançado dentro de uma unidade prisional.
A reportagem do Diario do Nordeste teve acesso a documentos que detalham o funcionamento do esquema. Conforme as investigações, outro integrante do grupo criminoso, recentemente desarticulado, também se preparava para atuar como piloto, com o objetivo de ampliar a entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais.







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