Por trás do laudo cadavérico que atestou morte por traumatismo cranioencefálico associado à asfixia mecânica por afogamento, permanece a busca de uma família por uma resposta definitiva da Justiça.
Por trás do laudo cadavérico que atestou morte por traumatismo cranioencefálico associado à asfixia mecânica por afogamento, permanece a busca de uma família por uma resposta definitiva da Justiça.
Em dezembro de 2011, o corpo da contadora Maria Enilda de Aguiar Goias, então com 53 anos, foi encontrado boiando em um açude na zona rural de Palmácia, no Interior do Ceará. Passados mais de 14 anos, o único suspeito pelo crime ainda não foi levado a julgamento.
Para indiciar o assistente administrativo Evilson Alves Feitosa, conhecido como “Bira”, a Polícia Civil reuniu uma série de provas ao longo da investigação. Segundo os investigadores, ele mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima, teria planejado o homicídio e ainda tentado ocultar o corpo.
Recentemente, a Justiça do Ceará, por meio da Vara Única Criminal de Maranguape, voltou a ouvir testemunhas do caso e abriu prazo para que o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) apresente os memoriais. A medida indica que a fase de instrução processual foi concluída.
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