Após pouco mais de um ano preso, o policial militar Jediel Costa Marcelino da Silva foi solto no dia 14 de maio. O PM é investigado por ter raptado, matado e ocultado o cadáver de um homem, em um processo que já se estende por oito anos.
O crime foi cometido por um grupo de policiais milicianos que atuavam no bairro Bom Futuro, em Fortaleza. Em 2018, os policiais raptaram José Tiago Ferreira Teobaldo, que nunca mais foi visto.
Segundo a investigação, a ação teria sido uma "queima de arquivo", visto que a vítima e os acusados mantinham uma "relação perniciosa".
O alvará de soltura de Jediel Costa foi publicado em 13 de maio de 2026. A partir de agora, o homem passa a cumprir a pena em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.
Além disso, a decisão da 3ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza impôs a suspensão de sua função pública e a proibição do uso de arma de fogo.
Em relatório médico, o psiquiatra responsável pelo acompanhamento do PM escreveu: "O convívio familiar de forma integral, associado ao tratamento ambulatorial como acompanhamento obrigatório ao Caps de forma regular, são suficientes para a evolução do tratamento."
Em nota enviada ao Diário do Nordeste, a equipe de defesa afirmou que "a medida observa os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e do direito à saúde, não representando qualquer privilégio, mas sim o cumprimento de determinação judicial baseada em laudos técnicos constantes dos autos."







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