“O tratamento prevê internação hospitalar e a aplicação de um bloqueio anestésico no nervo frênico, responsável pelo movimento do diafragma. A medida busca reduzir os soluços para viabilizar a cirurgia da hérnia bilateral na região da virilha”, explicou Cambraia.
Em nota encaminhada à analista Jussara Soares, da CNN, os médicos Cláudio Biroline, cirurgião geral, e Leandra Chenique, cardiologista, informaram que foram realizados exames clínicos, laboratoriais e de imagem para avaliar o quadro de saúde do ex-presidente, que vinha relatando dores na região inguinal. Os exames confirmaram o diagnóstico de hérnia inguinal bilateral, com protrusão de alça intestinal durante a manobra de Valsalva, que provoca aumento da pressão abdominal.
A defesa de Bolsonaro ainda não definiu a data da cirurgia, chamada herniorrafia inguinal bilateral. Segundo os advogados, a definição está sendo alinhada com a equipe médica para escolher o momento mais adequado para o procedimento. Após a confirmação, a data será informada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a cirurgia após a realização de perícia pela Polícia Federal.
“Com a autorização do ministro Alexandre de Moraes, o próximo passo é a defesa indicar a data da cirurgia para que toda a logística do procedimento seja organizada”, informou a repórter.
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