O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro e aponta variações pontuais em relação à pesquisa anterior. A aprovação cresceu entre católicos, passando a superar a desaprovação, enquanto a rejeição aumentou entre evangélicos, grupo no qual a avaliação negativa chegou a 64%. Entre eleitores de 35 a 59 anos, os percentuais também ficaram tecnicamente empatados, com leve avanço da aprovação.
Na avaliação geral da gestão, houve pequena melhora no saldo entre opiniões positivas e negativas. A proporção de entrevistados que avaliam o governo como positivo subiu para 34%, enquanto 38% consideram a gestão negativa e 25% a classificam como regular. Apesar do avanço, a avaliação negativa ainda supera a positiva, embora a diferença tenha diminuído em relação aos meses anteriores.
A pesquisa também detalha os setores com melhor e pior desempenho na percepção dos entrevistados. Os pontos mais bem avaliados são o apoio à cultura e às artes, a geração de empregos e a educação. Já os maiores índices de reprovação aparecem no combate à corrupção, na segurança pública, na condução da economia e na área da saúde.
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