Prefeitos do Ceará têm relatado dificuldades para custear eventos públicos devido ao aumento constante dos cachês cobrados por artistas. Diante do impacto crescente desses gastos, os gestores municipais passaram a articular medidas conjuntas para tentar conter os custos.
Segundo os prefeitos, os valores praticados são considerados abusivos e incompatíveis com a realidade fiscal dos municípios. Eles afirmam ainda que acabam se tornando “reféns” das produtoras responsáveis pela negociação das apresentações musicais.
O aumento dos cachês ocorre em um contexto de queda na arrecadação municipal, influenciada principalmente por mudanças no Imposto de Renda e pelo impacto financeiro negativo gerado pelo reajuste do salário mínimo neste ano.
Em entrevista ao PontoPoder, na quinta-feira (29), o presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Joacy Júnior, informou que já está sendo articulada uma reunião com os presidentes das associações municipais de todo o país para discutir o tema de forma mais ampla.
“Isso deve acontecer, no máximo, na próxima semana, para que possamos adotar uma ação conjunta, cirúrgica, com efeito concreto, e fazer com que esses valores realmente baixem”, afirmou. Segundo ele, o aumento expressivo dos cachês de um ano para o outro “não tem justificativa"
Segundo os prefeitos, os valores praticados são considerados abusivos e incompatíveis com a realidade fiscal dos municípios. Eles afirmam ainda que acabam se tornando “reféns” das produtoras responsáveis pela negociação das apresentações musicais.
O aumento dos cachês ocorre em um contexto de queda na arrecadação municipal, influenciada principalmente por mudanças no Imposto de Renda e pelo impacto financeiro negativo gerado pelo reajuste do salário mínimo neste ano.
Em entrevista ao PontoPoder, na quinta-feira (29), o presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Joacy Júnior, informou que já está sendo articulada uma reunião com os presidentes das associações municipais de todo o país para discutir o tema de forma mais ampla.
“Isso deve acontecer, no máximo, na próxima semana, para que possamos adotar uma ação conjunta, cirúrgica, com efeito concreto, e fazer com que esses valores realmente baixem”, afirmou. Segundo ele, o aumento expressivo dos cachês de um ano para o outro “não tem justificativa"







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