A Justiça do Ceará decidiu, nesta quinta-feira (18), manter a prisão de Girlene da Silva Azevedo, suspeita de matar a própria filha, uma bebê de um ano e seis meses. A decisão foi tomada pelo juízo do 4º Núcleo Regional de Custódia e das Garantias, com sede em Caucaia.
Durante a audiência de custódia, o magistrado converteu a prisão em flagrante da investigada em prisão preventiva. Com isso, Girlene permanecerá detida por tempo indeterminado, à disposição do Poder Judiciário, sem direito, neste momento, a responder ao processo em liberdade.
O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) informou que o caso tramita sob segredo de justiça. Em razão da restrição legal, não foram divulgados detalhes sobre a tipificação do crime, a dinâmica da morte da criança ou outras informações do inquérito, a fim de preservar o andamento das investigações e a imagem da vítima.







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