Em entrevista ao Portal LeoDias, o homem contou que localizou o documento em uma estante, entre livros. Segundo ele, o passaporte já foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil, em Lisboa.
Sob condição de anonimato, o responsável pelo achado disse preferir que o caso seja apurado pelas autoridades. Ele afirmou não querer fazer suposições que possam prejudicar terceiros e ressaltou que não sabe como o documento foi parar no imóvel.
Durante a entrevista, o homem também levantou questionamentos sobre a possibilidade de alguém utilizar o passaporte de uma pessoa oficialmente morta para entrar em outro país, mas destacou que não pode afirmar nenhuma hipótese.
Ele demonstrou ainda preocupação com a família de Eliza Samudio, especialmente com o filho e a mãe da modelo, diante da repercussão do caso.
De acordo com o portal, o passaporte apresenta apenas um carimbo de entrada em Portugal, datado de 5 de maio de 2007, sem registro de saída. No entanto, há comprovações de que Eliza esteve no Brasil após essa data, além de o crime ter ocorrido em território brasileiro.
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